terça-feira, 2 de junho de 2015

SCM - GERENCIAMENTO DA CADEIA DE SUPRIMENTO


Gestão da cadeia de suprimentos de negócios (em inglês) Supply chain management (SCM) é o gerenciamento de uma rede interligada de negócios envolvidos na provisão final de pacotes produto e serviço requeridos por clientes finais (Harland, 1996). Gestão da cadeia de suprimentos abrange todo o movimento e armazenamento de matéria prima, trabalho em processo de inventário, e produtos acabados do ponto de origem até o ponto de consumo (cadeia de suprimentos).
Outra definição é fornecido pelo Dicionário APICS quando define SCM como "design, planejamento, execução, controle, e monitoramento das atividades da cadeia de suprimentos com o objetivo de criar valor líquido, construção de uma infra-estrutura competitiva, alavancagem logística mundial, sincronizar a oferta e a procura e avaliação do desempenho global."
A logística de produção de uma indústria, também conhecida como PPCP (Planejamento, Programação e Controle da Produção) (Severo, 2006, p. 97), é um segmento da indústria automatizada, que trata da gestão e controle de mão-de-obra, material e informação no processo produtivo (FlexLink, 2008).
Devido à grande complexidade que as grandes plataformas indústriais apresentam, dada à enorme quantidade de materiais, operários e máquinas, a gestão destes recursos é feita maioritariamente por computador. São estes processos logísticos contínuos de controlo da produção e também das encomendas, que se dá o nome de logística de produção.

EAI - INTEGRAÇÃO DAS APLICAÇÕES DA EMPRESA


O termo EAI ou Enterprise Application Integration é novo mas sugere toda essa integração. É ainda, o termo formal que contempla a integração de aplicações corporativas e um conjunto de ferramentas e tecnologias. Como a dependência das corporações em relação à tecnologia têm crescido e se tornado mais complexa, a necessidade por um método de integração de aplicações em um único arsenal de processos de negócios tem sido a prioridade. Depois da criação de ilhas de negócio, usuários e dirigentes de grandes corporações têm demandado uma ponte que possa unir os diversos sistemas espalhados pelos departamentos das empresas. Eles estão demandando a unificação das aplicações. O crescimento do EAI, ou Enterprise Application Integration, permite o compartilhamento de processos e dados e vem atender a esta demanda. 
A integração de aplicações permite o compartilhamento de informações dentro da mesma organização ou com parceiros. Isto gera vantagem competitiva. A maior parte das organizações utilizam vários tipos e “gerações” de sistemas desenvolvidos ao longo dos anos. Mainframes, servidores Unix, servidores NT e outros constituem a base tecnológica para a maioria das corporações. Estes sistemas possuem valor nas empresas mas o seu valor agregado pode significar pouco se estes não puderem “conversar” com outros sistemas. A necessidade de integração destes sistemas têm se intensificado com a popularidade de pacotes tais como SAP, Peoplesoft ou Baan. 
A demanda inicial das empresas é compartilhar os dados e processos sem precisar fazer grandes mudanças nas aplicações ou nas estruturas de dados. Apenas, procura-se com EAI, um método de acoplar os sistemas. Esta integração pode ser tanto funcional quanto viável economicamente, trazendo lucros e vantagem competitiva para as corporações. 

Faz-se necessário entender que o EAI e as soluções de middleware tradicional não possuem o mesmo significado. Onde o middleware tradicional facilita a integração de aplicações individuais e "discretas" transações entre elas, o EAI possibilita à corporação gerenciar a relação entre múltiplas transações que constituem o processo de negócio.

As organizações devem compreender tanto os processos de negócios quanto os dados. Devem selecionar quais processos e dados requerem integração. Este processo pode ser visto por várias dimensões, incluindo: 
Nível dos dados;
Nível de interface das aplicações;
Nível dos métodos;
Nível de interface do usuário


terça-feira, 19 de maio de 2015

CRM - Gerenciamento do Relacionamento com o Cliente

O que é CRM?

CRM – Customer Relationship Management (Gestão do Relacionamento com o Cliente, em português) – é uma abordagem que coloca o cliente como principal foco dos processos de negócio, com o intuito de perceber e antecipar suas necessidades, para então atendê-los da melhor forma. (fonte: Wikipedia “Customer Relationship Management”).

CRM em sua essência, é uma estratégia de negócio com o foco no cliente. Ou seja, as ações da empresa ficam voltadas para as necessidades dos clientes, ao invés dos próprios produtos. Engloba as áreas de marketing, vendas e serviços de atendimento.

 


Quais são os benefícios do CRM? 

Ao adotar uma estratégia de CRM na sua empresa ou negócio, você verá três benefícios principais:
  • Ganho de qualidade e eficiência;
  • Diminuição de custos;
  • Aumento dos lucros.
Assim, o CRM permite que você conheça melhor as necessidades dos seus clientes, identifique leads mais qualificados, feche vendas de forma mais eficiente e eficaz, forneça um melhor atendimento pré, durante e pós-venda, facilite a distribuição e acesso às informações.




ERP - PLANEJAMENTO DE RECURSOS EMPRESARIAS




O que é ERP?


ERP, é uma sigla em Inglês que significa Enterprise Resource Planning , que nada mais é, em português que Planejamento dos Recursos da Empresa.

É um sistema de planejamento empresarial para melhorar desempenhos em  diversas áreas da empresa de maneira integrada. Imagine que você possua uma empresa que tem vários sistemas, para lidar com as contas a pagar, gerar folhas de pagamento, controlar vendas, gerenciar impostos, analisar metas e desempenho, entre outros. Em vez de existir um ou mais softwares isolados para cada setor da empresa, não seria melhor contar com uma integração entre eles, de forma que todos fizessem parte de um sistema unificado? É justamente isso que uma solução de ERP oferece.

Implementação de Sistemas de ERP

Os sistemas ERP são sistemas de informação adquiridos na forma de pacotes de softwares com a finalidade de atender a maioria das operações das empresas (RH, financeiro, contabilidade, projetos, educação, patrimônio, compras e etc.)

Existem vários fornecedores de sistemas ERP no mercado, entre eles podemos destacar o R/3 da alemã SAP, Dynamics da Microsoft, o CORPORE RM, o AP7 Master e o Magnus da brasileira TOTVS que incorporou a (DATASUL, RM SISTEMAS e MICROSIGA).

Os sistemas ERP possuem características que os diferenciam de sistemas desenvolvidos internamente nas empresas, são eles:

Em relação ao modelo de processos, é preciso entender que, assim como os demais pacotes comerciais, os sistemas ERP não são desenvolvidos para um cliente específico. Eles procuram atender a requisitos genéricos do maior número possível de empresas, justamente para explorar o ganho de escala em seu desenvolvimento. Portanto, para que possam ser construídos é necessário que incorporem modelos de processos de negócio. Esses modelos são obtidos por meio da experiência acumulada pelas empresas fornecedoras em repetidos processos de implementação ou são elaborados por empresas de consultoria e pesquisa em processos de benchmarking.

Os sistemas ERP realmente integrados são constituídos como um único sistema de informação que atende simultaneamente aos diversos departamentos da empresa, em oposição a um conjunto de sistemas que atendam isoladamente a cada um deles. Entretanto, o fato de um sistema ERP ser integrado não leva necessariamente ao desenvolvimento de uma empresa integrada. O sistema é meramente uma ferramenta para que esse objetivo seja atingido.


Modulos de um Sistema ERP

Os sistemas ERP são geralmente divididos em módulos, que representam conjuntos de funções que normalmente atendem a um ou mais departamentos da empresa. Na figura abaixo estão representados os módulos comumente utilizados em empresas e principais interligações entre eles.



Ao tomar a decisão pela utilização de sistemas ERP, as empresas esperam obter diversos benefícios. Entre os benefícios apontados pelas empresas fornecedoras está a integração, o incremento das possibilidades de controle sobre os processos da empresa, a atualização tecnológica, a redução de custos com TI e o acesso a informações de qualidade em tempo real para a tomada de decisões.